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Sopro no coração: Quando se preocupar?

O ruído é consequência do estreitamento da válvula mitral. Mesmo assim, o sopro no coração não é considerado doença.

Tempo estimado: 2 min

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Sopro no coração: Quando se preocupar?

Por: Ladinne Campi

Problemas cardíacos costumam causar medo e deixar sequelas, mas pouca gente sabe que o sopro no coração é mais comum do que se imagina. Estima-se que 40% a 50% das crianças saudáveis apresentam o sintoma, que nem sempre compromete o seu desenvolvimento.

Já nos adultos, o problema pode ser oriundo de complicações nas válvulas cardíacas ou sequelas de cardiopatias causadas por febre reumática durante a infância. Mas não para por aí: doenças como endocardite, calcificação da válvula, prolapso da válvula mitral e doenças degenerativas também podem ser gatilhos para a condição.

De forma simples, como o nome da doença sugere, trata-se de um sopro causado pela passagem de sangue reduzida de uma válvula cardíaca (temos quatro). De fato, assemelha-se ao som de um sopro e as suspeitas começam a partir dos seguintes sintomas:

• Dores no peito;

• Tosse persistente;

• Transpiração excessiva;

• Tonturas e desmaios;

• Fadiga;

• Língua, lábios e pontas dos dedos roxos;

• Ritmo acelerado do coração;

• Inchaço generalizado.

Em crianças, os sintomas incluem, ainda, a perda da fome e do peso e problemas no desenvolvimento.

Geralmente, o diagnóstico é feito a partir das características do som, mas, em alguns casos, faz-se necessária a realização de exames complementares. Já o tratamento para a maioria dos cardiopatas congênitos inclui cirurgia, exceto em casos leves.

Infelizmente, não se trata de um problema prevenível, mas um estilo de vida saudável, que inclui a prática regular de exercícios físicos e alimentação balanceada são favoráveis à saúde do coração.